Distrito

Manifestação frente ao Centro Cultural e de Congressos Aveiro

Realizou-se hoje, pela manhã, uma concentração participada por algumas dezenas de trabalhadores convocada pela União dos Sindicatos de Aveiro - CGTP/IN, frente ao Centro Cultural e de Congressos de Aveiro. Esta iniciativa foi mais uma manifestação de repúdio pela política do Governo, de esbulho dos Trabalhadores, do Povo e do País.

Por ocasião do início dos trabalhos do VI Congresso de Solicitadores, onde era esperada a presença da Ministra da Justiça, esta concentração foi mais uma demonstração da exigência de demissão do Governo e por uma política patriótica e de esquerda.

 

extraído de http://www.aveiro.pcp.pt

A Direcção da Organização Regional de Aveiro (DORAV) do PCP, reunida a 2 de Agosto em Aveiro, analisou o desenvolvimento da situação política internacional, nacional e distrital, as suas consequências para os trabalhadores e o povo, assim como a crescente resistência por estes protagonizada. Foi ainda debatido o indispensável reforço do PCP, como condição do avanço da luta e do caminho para a construção de uma alternativa patriótica e de esquerda para Portugal. A Festa do Avante!, a campanha nacional para a elevação da militância, o recrutamento e o reforço no plano político, orgânico e financeiro constituem-se como os vértices desta acção integrada que envolve todo o colectivo partidário.

1No plano internacional, acompanhamos com preocupação o aprofundamento da ofensiva imperialista, fruto da crise estrutural do capitalismo, empurrando a humanidade para a guerra e para a miséria. A DORAV do PCP repudia de forma veemente o massacre do povo palestiniano, levado a cabo pelo estado de Israel de forma impune, com o apoio velado das demais potências imperialistas. Denunciamos ainda a ilegalização do Partido Comunista Ucraniano, enquanto aspecto revelador do tipo de regime que a União Europeia e a NATO estão a instaurar naquele país ao colocarem à frente dos seus destinos forças de cariz abertamente fascista.

2Procurando tirar partido do período estival, a ofensiva do Governo não só não abrandou, como até se intensificou. Tal facto decorre em boa medida de dois factores: a tentativa de aproveitamento das férias de muitos trabalhadores, por isso, menos mobilizados para resistir aos ataques desferidos; o desespero de um Governo e de uma maioria que, de tão isolados política, social e institucionalmente, vêem o tempo fugir-lhes debaixo dos pés e procuram ir tão longe e tão depressa quanto possível no ajuste de contas com as conquistas de Abril, procurando destruí-las por completo.

Em nota hoje divulgada, a União de Sindicatos de Aveiro desmascara a manipulação estatística realizada pelo IEFP para procurar mascarar o aumento do número de desempregados no distrito e no país, de que abaixo divulgamos um excerto:

"Recorrendo aos dados publicados pelo IEFP, observa-se que o número de desempregados registados no distrito, no mês de Junho de 2014, é de 36.873. Menos 1.012 que em Maio de 2014.

Embora no mês em análise se tenham inscrito nos centros de emprego do distrito, 2.918 novos desempregados, o facto é que o IEFP assume uma diminuição de 1.012 face ao mês anterior.

Em Dezembro de 2013 existiam 42.839 desempregados registados. Entretanto inscreveram-se durante o primeiro semestre de 2014 mais 18.985, o que nos dá um total de 61.824. A diferença é de 24.951 desempregados.

Parte desta diferença explica-se pelo número de desempregados abrangidos pelas chamadas medidas activas de emprego (12.251) que não são contabilizados como desempregados.

 

A Direcção da Organização Regional de Aveiro (DORAV) do PCP, reunida a 2 de Agosto em Aveiro, analisou o desenvolvimento da situação política internacional, nacional e distrital, as suas consequências para os trabalhadores e o povo, assim como a crescente resistência por estes protagonizada. Foi ainda debatido o indispensável reforço do PCP, como condição do avanço da luta e do caminho para a construção de uma alternativa patriótica e de esquerda para Portugal. A Festa do Avante!, a campanha nacional para a elevação da militância, o recrutamento e o reforço no plano político, orgânico e financeiro constituem-se como os vértices desta acção integrada que envolve todo o colectivo partidário.

1No plano internacional, acompanhamos com preocupação o aprofundamento da ofensiva imperialista, fruto da crise estrutural do capitalismo, empurrando a humanidade para a guerra e para a miséria. A DORAV do PCP repudia de forma veemente o massacre do povo palestiniano, levado a cabo pelo estado de Israel de forma impune, com o apoio velado das demais potências imperialistas. Denunciamos ainda a ilegalização do Partido Comunista Ucraniano, enquanto aspecto revelador do tipo de regime que a União Europeia e a NATO estão a instaurar naquele país ao colocarem à frente dos seus destinos forças de cariz abertamente fascista.

2Procurando tirar partido do período estival, a ofensiva do Governo não só não abrandou, como até se intensificou. Tal facto decorre em boa medida de dois factores: a tentativa de aproveitamento das férias de muitos trabalhadores, por isso, menos mobilizados para resistir aos ataques desferidos; o desespero de um Governo e de uma maioria que, de tão isolados política, social e institucionalmente, vêem o tempo fugir-lhes debaixo dos pés e procuram ir tão longe e tão depressa quanto possível no ajuste de contas com as conquistas de Abril, procurando destruí-las por completo.

Hoje teve lugar em Aveiro mais uma importante acção de protesto de agricultores, organizada pela Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA).

Nesta acção, que contou com a participação de dezenas de tractores e mais de uma centena de agricultores de vários pontos do distrito, ficou clara a indignação desta importante camada da população.

Dirigidos ao Governo, os protestos exigem sobretudo que sejam criadas as condições para a protecção dos produtores de leite, carne e batatas, aumentando-se o preço de compra ao produtor e criando incentivos para redução do custo ao consumidor. No fundo, que se contrariasse o rumo de acumulação de lucros que os grandes grupos económicos vêm conquistando, à custa da ruína dos produtores.

O protesto visou ainda as gravosas alterações à Política Agrícola Comum, uma vez que ao acabar com as quotas de produção, os produtores portugueses se verão confrontados com a inundação do mercado de produtos estrangeiros de grandes produtores e distribuidores a preços muito baixos.